Elaboração de uma sequência de peças de audio-arte, com registos de conversas e entrevistas a criadores contemporâneos que trabalham com o som. Um projecto desenvolvido em colaboração com Silvio Rosado ( Nicorette, Flood, Primitive Reason).
Keywords : som, memória, imagem, cinema, musica, oralidade, lingua, lusofonia
Ideia : tratar o trabalho sonoro como peça de articulação comúm a linguagens artísticas diversas.
Proposta : fabricar um documento audio que irá ser editado em estúdio, montado e distribuído como documento artístico não autónomo. Irá parasitando outras edições, em papel ou digitais, como por exemplo, catálogo de festivais de cinema, espaços de arte, instalações artísticas, websites, etc.
Primeiro caso : Pedro Costa, cineasta
Trata-se de um trabalho sobre e com o som onde se pretende explorar o carácter transformador do registo e da audição, do som e da oralidade, a sua vertente cognitiva e dramática, imagética e particularmente espacial.
Primeiro caso : Pedro Costa, cineasta.
Porquê ?
Porque através da escolha de um orador cineasta, ou melhor, de um cineasta com uma obra onde o plano fixo tornou-se um recurso poético intencional, podemos relacionar um testemunho individual com uma leitura transversal sobre a capacidade reguladora do som, não só para acrescentar história ao que as imagens contam, mas para conduzir o cinema a uma experiência aberta.
Para tal, e como opção manifesta, está a renúncia a qualquer representação visual sobre a figura ou sobre as imagens dos filmes do cineasta.
Como ?
Ao inverter a hierarquia da percepção visual sobre a sonora. A experiência de encontros privados entre o cineasta e vários estudantes e investigadores abordam temas à volta do seu trabalho, onde é descorticada a utilização técnica, tecnológica e mnemónica do som sobre o tempo do filme, das personagens e das imagens.
O formato final do documento é um cd-áudio, de fácil reprodução, acompanhado de um livrete onde são indexadas rigorosamente as conversas, os intervenientes, os locais, a data e a duração.
Quando ?
Lançamento previsto para Novembro de 2007
<<<< POMPA
Primeiro caso : Pedro Costa, cineasta.
Porquê ?
Porque através da escolha de um orador cineasta, ou melhor, de um cineasta com uma obra onde o plano fixo tornou-se um recurso poético intencional, podemos relacionar um testemunho individual com uma leitura transversal sobre a capacidade reguladora do som, não só para acrescentar história ao que as imagens contam, mas para conduzir o cinema a uma experiência aberta.
Para tal, e como opção manifesta, está a renúncia a qualquer representação visual sobre a figura ou sobre as imagens dos filmes do cineasta.
Como ?
Ao inverter a hierarquia da percepção visual sobre a sonora. A experiência de encontros privados entre o cineasta e vários estudantes e investigadores abordam temas à volta do seu trabalho, onde é descorticada a utilização técnica, tecnológica e mnemónica do som sobre o tempo do filme, das personagens e das imagens.
O formato final do documento é um cd-áudio, de fácil reprodução, acompanhado de um livrete onde são indexadas rigorosamente as conversas, os intervenientes, os locais, a data e a duração.
Quando ?
Lançamento previsto para Novembro de 2007
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